Quando a febre aparece, quase nunca vem sozinha.
Ela costuma vir acompanhada de medo, insegurança e muitas perguntas.
De repente, a criança que estava bem passa a ficar mais quieta, manhosa, irritada ou sonolenta. O corpinho esquenta, o coração parece bater mais rápido, a respiração muda, o choro surge sem motivo claro.
E, para uma mãe ou um pai, é praticamente impossível ver o filho assim e permanecer tranquilo.
A febre em criança é um dos principais motivos de procura por atendimento pediátrico — não apenas pelo número no termômetro, mas pelo que ela representa emocionalmente:
– o medo de algo grave
– o receio de errar
– a dúvida entre esperar ou correr para o hospital
Na minha prática como pediatra, com atuação em emergência, CTI, maternidade e consultório, vejo todos os dias que o maior sofrimento dos pais não é a febre em si, mas a sensação de não saber se estão cuidando do filho da forma certa.
E é exatamente por isso que a orientação médica faz tanta diferença.
O que a febre realmente significa
A febre não é uma doença.
Ela é um sinal de que o organismo está reagindo a alguma coisa, geralmente a uma infecção.
Muitos dos sintomas que assustam os pais: prostração, irritabilidade, diminuição do apetite e sono fora do habitual, fazem parte dessa resposta do corpo.
Durante a consulta, eu sempre explico que, na maioria das vezes, medicamos a febre não para “normalizar o valor da temperatura”, mas para devolver conforto à criança.
Queremos uma criança que consiga descansar melhor, aceitar líquidos, interagir, brincar um pouco.
O comportamento da criança, muitas vezes, nos orienta mais do que o valor exato da temperatura.
Essa mudança de olhar costuma trazer um grande alívio para os pais.
Nem toda febre em criança é igual
Um dos maiores erros é tratar toda febre da mesma forma.
A avaliação muda completamente de acordo com:
- a idade da criança
- o tempo de febre
- o estado geral da criança
- os sintomas associados
- o histórico de saúde
Por isso, mais importante do que saber “qual remédio dar”, é entender quando a febre pode ser acompanhada em casa e quando ela precisa ser avaliada por um pediatra.
Essa diferença não deve ser feita apenas com base em pesquisas na internet, porque cada criança tem o seu contexto, suas vulnerabilidades e seus sinais próprios.
👉 Clique aqui para agendar agora sua consulta online ou presencial com a Dra Anna Elisa, para avaliar melhor a febre do seu filho.
Febre em bebês e crianças pequenas: dúvidas muito comuns
Grande parte das pesquisas na internet sobre febre envolve bebês e crianças pequenas.
É natural: quanto menor a criança, maior o medo e maior a necessidade de orientação segura.
No consultório, escuto diariamente perguntas como:
👉 “Febre nos bebês é sempre grave?”
👉 “37,1 é febre em bebê?”
👉 “Febre alta em bebê é perigosa?”
👉 “Meu bebê tem 1 ano e está com febre, é normal?”
👉 “Uma criança de 2 anos com febre precisa ir ao hospital?”
Nos bebês, qualquer alteração de temperatura gera muita insegurança, e com razão. O organismo do bebê ainda é imaturo, e os sinais podem ser mais sutis.
Por isso, febre em bebê, especialmente nos 3 primeiros meses de vida, sempre merece uma consulta com médico pediatra, com atenção individualizada.
Muitos pais chegam angustiados perguntando se 37,1 é febre em bebê. Na maioria das vezes, essa temperatura isolada não caracteriza febre verdadeira, mas o número nunca deve ser analisado sozinho. O comportamento do bebê, a idade e os sintomas associados são fundamentais.
Quando falamos em febre alta em bebê ou febre alta em criança, o mais importante não é apenas o valor no termômetro, mas como a criança está: se interage, se aceita líquidos, se responde ao toque, se respira bem, ou seja, o estado geral dela.
Um bebê de 1 ano com febre pode apresentar quadros virais comuns da infância mas também pode precisar de avaliação médica dependendo da duração, intensidade da febre e sinais associados.
Da mesma forma, uma criança de 2 anos com febre muitas vezes está enfrentando infecções próprias da fase de creche e amadurecimento do sistema imunológico. Ainda assim, cada episódio deve ser avaliado no seu contexto.
É exatamente por isso que a consulta pediátrica é tão importante: ela permite diferenciar o que é esperado do que precisa de investigação, evitando tanto a banalização da febre quanto idas desnecessárias à emergência.
👉Se você quer entender se a febre do seu bebê tem que ser investigada agora ou não, clique aqui para agendar agora sua consulta online ou presencial com a Dra Anna Elisa.
Quando a febre pode ser um sinal de alerta
Existem situações em que a febre exige avaliação médica mais rápida, principalmente quando:
- a criança tem menos de 3 meses
- a febre persiste mais de 72 horas
- a criança fica muito prostrada, confusa ou difícil de acordar
- há dificuldade para respirar, vômitos repetidos, recusa persistente de líquidos, dor importante ou manchas na pele
- os pais sentem que “algo não está certo”
Esse último ponto é fundamental.
A percepção da família importa. E deve ser respeitada.
Buscar avaliação precoce, nesses casos, não é excesso de cuidado.
É prevenção.
O que fazer quando a criança está com febre
Além da medicação prescrita pelo pediatra, alguns cuidados são fundamentais:
- Oferecer líquidos com mais frequência
- Permitir que a criança descanse
- Evitar excesso de roupas
- Observar comportamento, aceitação alimentar e padrão respiratório
Mas nenhum cuidado em casa substitui uma avaliação médica bem feita, quando existem dúvidas ou sinais de alerta.
A consulta permite identificar a causa da febre, orientar corretamente, evitar intervenções desnecessárias e, principalmente, reduzir riscos.
👉Se você quer evitar uma ida desnecessária à Emergência Pediátrica, clique aqui para agendar agora sua consulta online ou presencial com a Dra Anna Elisa.
Como o acompanhamento pediátrico muda a forma de viver a febre
Quando os pais recebem orientação clara, personalizada e baseada no contexto da criança, a febre deixa de ser vivida como um momento de pânico e passa a ser encarada com mais consciência e segurança.
No consultório, meu foco é exatamente esse: avaliar cada criança de forma individual, orientar a família, construir critérios e oferecer um acompanhamento que vai além do episódio agudo.
Porque prevenção, vínculo e seguimento reduzem emergências, diminuem riscos e transformam completamente a experiência da maternidade.
👉 Clique aqui para agendar agora sua consulta online ou presencial com a Dra Anna Elisa.
Quando procurar o pediatra
Se a febre do seu filho te deixa insegura, se você tem dúvidas frequentes sobre quando observar ou quando procurar ajuda na emergência pediátrica, ou se deseja um cuidado mais próximo e personalizado para o contexto do seu filho, a consulta é o espaço para isso!
Avaliar precocemente é uma das formas mais importantes de proteger a saúde da criança.
Agende sua consulta, presencial em Ipanema ou online, com a Dra Anna Elisa e tenha um plano terapêutico exclusivo para o seu filho.
👉 Agende agora com a Dra. Anna Elisa.
📍 Atendimentos presenciais e online disponíveis!
Cuidar de uma criança não é sobre controlar sintomas.
É sobre entender o que eles querem dizer e ter apoio para agir com segurança.
👉 Clique no botão abaixo e agende a avaliação médica especializada do seu filho.
Saiba mais sobre a formação e abordagem da Dra. Anna Elisa e como ela pode te ajudar na busca por mais qualidade de vida do seu filho(a).
> Saiba mais sobre os seus Tratamentos e Especialidades.
Visite o Site e as Redes Sociais da Dra. Anna Elisa.
Gostou do conteúdo? Continue aprendendo mais sobre saúde, bem-estar e nutrologia infantil:
✓ Leia também em nosso blog:
• Meu filho não fala: quando se preocupar e como ajudar seu filho a se desenvolver melhor