Febre em criança: quando se preocupar e como cuidar com segurança

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Drª Anna Elisa Barcelos

Sou a Dra. Anna Elisa, pediatra, e minha missão é acompanhar famílias com atenção verdadeira e escuta cuidadosa em todas as fases da infância.

Quando a febre aparece, quase nunca vem sozinha.
Ela costuma vir acompanhada de medo, insegurança e muitas perguntas.

 

 

De repente, a criança que estava bem passa a ficar mais quieta, manhosa, irritada ou sonolenta. O corpinho esquenta, o coração parece bater mais rápido, a respiração muda, o choro surge sem motivo claro.
E, para uma mãe ou um pai, é praticamente impossível ver o filho assim e permanecer tranquilo.

 

A febre em criança é um dos principais motivos de procura por atendimento pediátrico — não apenas pelo número no termômetro, mas pelo que ela representa emocionalmente:
– o medo de algo grave
– o receio de errar
– a dúvida entre esperar ou correr para o hospital

 

Na minha prática como pediatra, com atuação em emergência, CTI, maternidade e consultório, vejo todos os dias que o maior sofrimento dos pais não é a febre em si, mas a sensação de não saber se estão cuidando do filho da forma certa.

E é exatamente por isso que a orientação médica faz tanta diferença.

 

O que a febre realmente significa

A febre não é uma doença.
Ela é um sinal de que o organismo está reagindo a alguma coisa, geralmente a uma infecção.

Muitos dos sintomas que assustam os pais: prostração, irritabilidade, diminuição do apetite e sono fora do habitual, fazem parte dessa resposta do corpo.

Durante a consulta, eu sempre explico que, na maioria das vezes, medicamos a febre não para “normalizar o valor da temperatura”, mas para devolver conforto à criança.


Queremos uma criança que consiga descansar melhor, aceitar líquidos, interagir, brincar um pouco.
O comportamento da criança, muitas vezes, nos orienta mais do que o valor exato da temperatura.

Essa mudança de olhar costuma trazer um grande alívio para os pais.

 

Nem toda febre em criança é igual

Um dos maiores erros é tratar toda febre da mesma forma.

A avaliação muda completamente de acordo com:

  • a idade da criança
  • o tempo de febre
  • o estado geral da criança
  • os sintomas associados
  • o histórico de saúde

Por isso, mais importante do que saber “qual remédio dar”, é entender quando a febre pode ser acompanhada em casa e quando ela precisa ser avaliada por um pediatra.

Essa diferença não deve ser feita apenas com base em pesquisas na internet, porque cada criança tem o seu contexto, suas vulnerabilidades e seus sinais próprios.

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Febre em bebês e crianças pequenas: dúvidas muito comuns

Grande parte das pesquisas na internet sobre febre envolve bebês e crianças pequenas.
É natural: quanto menor a criança, maior o medo e maior a necessidade de orientação segura.

No consultório, escuto diariamente perguntas como:
👉 “Febre nos bebês é sempre grave?”
👉 “37,1 é febre em bebê?”
👉 “Febre alta em bebê é perigosa?”
👉 “Meu bebê tem 1 ano e está com febre, é normal?”
👉 “Uma criança de 2 anos com febre precisa ir ao hospital?”

 

Nos bebês, qualquer alteração de temperatura gera muita insegurança, e com razão. O organismo do bebê ainda é imaturo, e os sinais podem ser mais sutis.


Por isso, febre em bebê, especialmente nos 3 primeiros meses de vida, sempre merece uma consulta com médico pediatra, com atenção individualizada.

Muitos pais chegam angustiados perguntando se 37,1 é febre em bebê. Na maioria das vezes, essa temperatura isolada não caracteriza febre verdadeira, mas o número nunca deve ser analisado sozinho. O comportamento do bebê, a idade e os sintomas associados são fundamentais.

Quando falamos em febre alta em bebê ou febre alta em criança, o mais importante não é apenas o valor no termômetro, mas como a criança está: se interage, se aceita líquidos, se responde ao toque, se respira bem, ou seja, o estado geral dela.

Um bebê de 1 ano com febre pode apresentar quadros virais comuns da infância  mas também pode precisar de avaliação médica dependendo da duração, intensidade da febre e sinais associados.

Da mesma forma, uma criança de 2 anos com febre muitas vezes está enfrentando infecções próprias da fase de creche e amadurecimento do sistema imunológico. Ainda assim, cada episódio deve ser avaliado no seu contexto.

É exatamente por isso que a consulta pediátrica é tão importante: ela permite diferenciar o que é esperado do que precisa de investigação, evitando tanto a banalização da febre quanto idas desnecessárias à emergência.

 

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Quando a febre pode ser um sinal de alerta

Existem situações em que a febre exige avaliação médica mais rápida, principalmente quando:

  • a criança tem menos de 3 meses
  • a febre persiste mais de 72 horas
  • a criança fica muito prostrada, confusa ou difícil de acordar
  • dificuldade para respirar, vômitos repetidos, recusa persistente de líquidos, dor importante ou manchas na pele
  • os pais sentem que “algo não está certo”

Esse último ponto é fundamental.
A percepção da família importa. E deve ser respeitada.

Buscar avaliação precoce, nesses casos, não é excesso de cuidado.
É prevenção.

O que fazer quando a criança está com febre

Além da medicação prescrita pelo pediatra, alguns cuidados são fundamentais:

  • Oferecer líquidos com mais frequência
  • Permitir que a criança descanse
  • Evitar excesso de roupas
  • Observar comportamento, aceitação alimentar e padrão respiratório

Mas nenhum cuidado em casa substitui uma avaliação médica bem feita, quando existem dúvidas ou sinais de alerta.

A consulta permite identificar a causa da febre, orientar corretamente, evitar intervenções desnecessárias e, principalmente, reduzir riscos.

 

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Como o acompanhamento pediátrico muda a forma de viver a febre

Quando os pais recebem orientação clara, personalizada e baseada no contexto da criança, a febre deixa de ser vivida como um momento de pânico e passa a ser encarada com mais consciência e segurança.

No consultório, meu foco é exatamente esse: avaliar cada criança de forma individual, orientar a família, construir critérios e oferecer um acompanhamento que vai além do episódio agudo.

Porque prevenção, vínculo e seguimento reduzem emergências, diminuem riscos e transformam completamente a experiência da maternidade.

 

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Quando procurar o pediatra

Se a febre do seu filho te deixa insegura, se você tem dúvidas frequentes sobre quando observar ou quando procurar ajuda na emergência pediátrica, ou se deseja um cuidado mais próximo e personalizado para o contexto do seu filho, a consulta é o espaço para isso!

 

Avaliar precocemente é uma das formas mais importantes de proteger a saúde da criança.

Agende sua consulta, presencial em Ipanema ou online, com a Dra Anna Elisa e tenha um plano terapêutico exclusivo para o seu filho.

 

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Cuidar de uma criança não é sobre controlar sintomas.
É sobre entender o que eles querem dizer e ter apoio para agir com segurança.

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